Num imenso cubículo
Mal iluminado pela iluminação excessiva
Encontra-se, enfim
O paraíso mitológico
Das marcas e renomes.
Em meio a imensos cabides
Pendurados em grandes orelhas
De moda universal,
Rotacionada estou por etiquetas amarelas.
Piscantes e redondas.
Labirinto democrático.
Desde que haja crédito.
Desde que haja fragilidades a serem
Oprimidas
em suaves comprimidos de grife.
Onde sempre é dia
Mesmo em noites de lua
Cheia-minguante.
E sorrisos são desembrulhados
Dentro de de refrigerantes refrescantes
Por estômagos embrulhados
E o Ronald
Sempre contente
Sorri. Ele não te escova os dentes.
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